quarta-feira, 28 de novembro de 2012

IV FESTIVAL DE CULTURA E DANÇA JUNINA UMA TRADIÇÃO DO NIVALDA.

Os eventos festivos fazem parte do cotidiano de qualquer escola, independente da linha de ensino que a mesma trabalhe.
Diante dos vários feriados nacionais do nosso país, a própria sociedade cobra das instituições que datas sejam valorizadas no contexto escolar.
Dentro deste contexto pé de moleque, canjica, curau, pamonha, bolo de milho, quentão, bandeirinhas, fogueira, chapéu de palha, sanfona e arraiá. Sim, estamos falando de Festas Juninas. Todo mês de junho é assim: tiramos do armário as camisas xadrez e os vestidos de chita, pintamos sardinhas nas meninas e bigodinhos nos meninos e vamos satisfeitos para a festa na escola, pensando em todos os quitutes deliciosos que nos aguardam.
Esquecemos o principal: o significado da festa. Você conhece as origens das Festas Juninas? Sabe por que comemos tantas iguarias de milho e de onde vêm as danças? E  a escola do seu filho, aproveita as festas juninas para preencher buracos na grade horária e engordar o caixa? ou utiliza os festejos para ensinar alguma coisa para as crianças?
Embora seja uma tradição consagrada e rica da cultura popular, muitas escolas organizam festas de São João, Santo Antonio e São Pedro que pouco, ou nada, contribuem para a aprendizagem dos alunos
. Nós que fazemos a Escola municipal Professora Nivalda Lima Figuieredo procuramos dentro do contexto da festa a aprendizagem individual e coletiva.















































































sábado, 24 de novembro de 2012

IV FESTIVAL DE CULTURA E DANÇA JUNINA/2012

JUSTIFICATIVA
Os festejos juninos quando aliados ao desejo de ensinar e ao de aprender torna-se um assunto prazeroso onde professores e alunos aprendem juntos.
As festas juninas reúnem os costumes rurais, os trajes, a comida, a música, a dança, os fogos, a fogueira, superstições, crendices, simpatias e quadrilhas que juntos dão aos professores possibilidades de trabalharem seus conteúdos escolares de forma diferenciada culminando em uma grande festa.
Não foi difícil justificarmos a organização deste IV Festival. Pois, entendemos que o Patrimônio Cultural de um povo deve ser preservado, sendo, portanto papel da escola trabalhar para salvaguardar este patrimônio e garantir as gerações futuras um pouco daquilo que vivenciamos na nossa infância.
OBJETIVO

Valorizar a cultura e a dança junina brasileira como patrimônio cultural nacional e regional que deve ser preservado em suas diferentes formas.
PÚBLICO ALVO
Alunos, professores e a comunidade em geral.
REFLEXÃO

Muito poderia ser dito neste espaço, porém nada tão significativo como à decisão de falarmos da elaboração deste IV Festival de Cultura e Dança.
         Analisamos que a escola tem perdido seu foco principal que e de ensinar o aluno formando assim cidadãos. A escola tem muita das vezes se preocupado com um papel que não é seu. O maior exemplo disso apontou o período de festejos juninos onde as escolas oferecem shwos esquecendo-se de seu principal foco, a aprendizagem.
          Precisamos mostrar aos nossos alunos o que Silvio Romero em 1899 escrevia em Parnaso Sergipano, (p.11):
 Não existe no Brasil, terra onde a lira popular seja mais sonora, o folclore mais rico, as festas plebéias mais animadas, as modinhas mais ardentes, os lundus mais chorados.
O povo sergipano é amável, bondoso, hospitaleiro e têm o dom especial de aliar certo fundo de ingenuidade e acanhamento, à firmeza de caráter, a veia cômica e as efusões da poesia.
    A cada momento festivo a escola deve ressaltar o seu papel e fazer de cada momento festivo um momento de real aprendizagem, valorizando aquilo que temos de tão belo na nossa cultura material e não-material.
Jeane Rodrigues Ferreira