sábado, 10 de julho de 2010

19 DE ABRIL DIA DO ÍNDIO




História do Dia do Índio

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?

Origem da data

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.
Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.



Lei 11645/2008 inclui história Indígena como obrigatória nos currículos!


Neste ano, foi sancionada a Lei 11.645/2008 que torna obrigatório no ensino fundamental e médio, nas escolas brasileiras públicas e particulares, o estudo da História e Cultura Afro-brasileira e Indígena. A nova legislação (que veio a alterar a Lei 9.394/96) estabelece que o conteúdo programático incluirá diversos aspectos da história e da cultura que formaram a população brasileira, levando em consideração os Índios e Africanos. Aspectos como

o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.

A política para implementação da temática na educação brasileira deve, agora, estar articulada com movimentos sociais e políticas públicas para que, depois da legislação, haja uma real implementação da determinação legal. O sistema antigo de educação brasileira sempre negou a existência de uma outra história que não fosse aquela já esquematizada (Grécia-Europa Medieval-América Descoberta…). Alguém consegue pensar diferente deste “esquema”?

A preocupação com o tema é recente, parte por carência de fontes , parte porque o negro não teve acesso à escolarização por séculos. A preocupação se traduziu em 2003 na edição da Lei 10.639 e, mais recentemente, na Lei 11.645/2008. Ambas reestabelecem o diálogo e rompem com a linha de ensino fundamentada em apenas uma civilização, logo em um país formado por muitas nações.

Nações indígenas e africanas podem comemorar parte de uma grande luta, que não está para terminar tão cedo. Desde os tempos da Primeira República (1839/1930) até a edição da Lei 11.645/2008, muitos passos foram dados para a atual incorporação do estudo das civilizações indígenas e africanas na escola brasileira, como, por exemplo, a LDB de 1961 (art. 38, III) que determinava que diferentes culturas serviriam de base para o ensino da História do Brasil. Mas apenas em 2008 a legislação foi mais severa a ponto de exigir o ensino das duas culturas em escolas brasileiras.

Antes da Lei 11.645/2008, o presidente Luiz Inácio e o então ministro Cristovam Buarque, sancionaram a Lei 10.639/2003, tornando obrigatória a matéria “História e Cultura Afro-Brasileira”. Me parece que agora a lei de 2008 veio corrigir a omissão em relação aos indígenas.

A lei é um passo importante, mas, além do estabelecimento legal, tornar a legislação efetiva através das políticas públicas é que poder tornar possível a História fora das linhas te tempo, de local e de civilização já pré-estabelecidas.

18 DE ABRIL DIA DO LIVRO



"Um país se faz com homens e livros".
Monteiro Lobato

O desenvolvimento de atividades relacionadas ao dia do escritor e ao dia do livro reside, sem dúvida, na importância das informações e no prazer que a leitura proporciona a todos. Relacionar essas duas datas é bastante adequado, uma vez que o livro não existe sem o escritor.
O Dia Nacional do Livro é comemorado em 29 de outubro. Essa data foi escolhida para a comemoração, considerando-se a data da fundação da Biblioteca Nacional (29/10/1810), por D. João VI. O grande acontecimento permitiu a popularização do livro, tornando mais fácil o acesso à leitura.
Além das datas já citadas, é fundamental lembrar que o dia 18 de abril foi escolhido para comemorar o Dia do Livro Infantil, por ser esse o dia do nascimento de Monteiro Lobato, um dos precursores da obra literária infantil no Brasil.

Antes de iniciar qualquer atividade sobre as datas em questão, necessário se faz contextualizá-las, buscando explicar o motivo de seu surgimento, isso faz com que os alunos percebam a importância de se lembrar fatos marcantes da história do País.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

REFLEXÃO SOBRE O DIA 13 DE MAIO

Como vemos a exclusão e o racismo ainda são fortes marcas de nosso tempo. O problema, contudo, não é mais a falta de reconhecimento da existência do racismo ou a ausência de caminhos institucionais que busquem assegurar direitos. Uma das facetas do problema é, sem dúvida, a descontinuidade histórica de ações políticas por parte do Estado brasileiro visando concluir a abolição decretada em 13 de maio de 1888. A abolição da escravidão foi gradual e regulamentada por legislação específica.
Em 1850, proibiu-se o tráfico transatlântico de escravos africanos; Em 1871, conferiu-se a liberdade aos filhos nascidos de mães escravas e, em 1885, os escravos idosos; finalmente, em 1888, promulgou-se a lei geral de libertação dos escravos.
Após a abolição da escravidão, as relações sociais e políticas entre brancos e negros são marcadas por três processos principais, destacados a seguir:
- o país não adotou legislação de segregação étnico-racial (diferente dos EUA e da África do Sul), não tendo ocorrido, portanto, a definição legal da pertença racial;
- o país não desenvolveu política específica de integração dos negros recém-libertos à sociedade envolvente, o que fortaleceu as bases do histórico processo de desigualdades sociais entre brancos e negros que perdura até os dias atuais;
- o país incentivou a imigração européia branca em acordo com a política de Estado (passagem do século XIX para o século XX) de branqueamento da população em consonância com as políticas racistas eugenistas desenvolvidas na Europa do século XIX.
A abolição da escravidão, embora almejada pelos que viviam a condição de escravizados, foi um projeto desenvolvido pela elite da época. O Brasil foi o último país a finalizar esse regime desumano. Contudo, a abolição da escravidão foi um ato isolado que não veio acompanhado de medidas de inclusão dos ex-escravos como cidadãos; tampouco contou com políticas voltadas a educação, moradia e trabalho, objetivando a inserção social dos ex-escravos.

domingo, 21 de março de 2010

RESULTADO DA 1ª OLÍMPIADA MUNICIPAL DE MATEMÁTICA ITABAIANA-SE

NÍVEL IV

1º LUGAR: MEDALHA DE OURO E R$ 250,00 PARA O ALUNO VALMIR DOS SANTOS MACHADO, 8ª SÉRIE DA ESCOLA MUNICIPAL PROFª. NIVALDA LIMA FIGUEIREDO.

2º LUGAR: MEDALHA DE PRATA E R$ 150,00 PARA O ALUNO DIEGO HERNANES PAIXÃO DOS SANTOS, 8ª SÉRIE DA ESCOLA MUL. PROF.ª NIVALDA LIMA FIGUEIREDO.

MENSÕES HONROSAS: CADA ALUNO CONTEMPLADO COM MENSÃO HONROSA RECEBERÁ TAMBÉM R$ 50,00

NÍVEL I:
IARA DE JESUS SANTOS, 2ª SÉRIE DA ESCOLA MUL. NIVALDA LIMA FIGUEIREDO.

NÍVEL III:
JOSÉ ALMIRO DE MENEZES, EJAEF- 2ª FASE DA ESCOLA MUL. PROF.ª NIVALDA LIMA FIGUEIREDO.

NÍVEL IV:
JOYCE CRISTINA PEIXOTO, 8ª SÉRIE DA ESCOLA MUL. NIVALDA LIMA FIGUEIREDO.


A PROFª. ROSIMEIRE DE SOUZA OLIVEIRA QUE LECIONA NA ESCOLA MUL. PROFª. NIVALDA LIMA FIGUEIREDO RECEBERÁ UMA PLACA DE HOMENAGEM E UM NOTEBOOCK.

A ESCOLA MUNICIPAL PROFª NIVALDA LIMA FIGUEIREDO SERÁ CONTEMPLADA COM UM TROFÉU.
CONFIRMAÇÃO DOS DADOS EM http://olimpiadadematematica-ita.blogspot.com/